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Dicas de Quem Entende
 
01/05/2014
Empreendedor
Você também comete estes 8 erros na hora de abrir empresa?
Abrir empresa é relativamente fácil.

Você paga cerca de R$ 2 mil para um contador que realiza todos os trâmites burocráticos junto aos órgãos responsáveis e o CNPJ da sua empresa estará ativo em dois ou três meses.

Entretanto, não é só de CNPJ que a empresa é sustentada. Logo assim que você abrir empresa, a partir do mês seguinte você já precisa pagar um contador para fazer a sua contabilidade e pagar seus funcionários se tiver contratado algum.

Os recém-chegados neste campo, que sonham em ter seus próprios negócios, chegam a tremer quando começam a enxergar a responsabilidade que é estar à frente de um negócio próprio.
Para ajudar a você empreendedor de primeira viagem a não cometer os erros que eu ou meus outros amigos empreendedores já cometeram, listo abaixo os oito erros mais comuns que as pessoas cometem ao abrir empresa.

1. Não saber para onde está indo
Não só nos negócios, mas na vida pessoal, não saber para onde se está indo é um pecado capital dos piores.

Se você abre uma empresa, assina um contrato social e vende seus produtos ou serviços para alguém, você não pode fazer isso de qualquer maneira.

Se você quer ser empresário, precisa se informar, coletar dados do seu mercado e principalmente saber qual o fim, a meta da sua empresa, pois é para lá que deve apontar a sua visão e a de todos que estiverem contigo.

“Se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não às pessoas nem às coisas” - Albert Einstein

2. Confundir a pessoa jurídica com a física
Tem gente que acha que a empresa é o próprio dono. Não. Não é. A empresa é uma outra pessoa, tanto que é chamada de pessoa jurídica. A empresa não é a gente.

A empresa deve ter controles próprios, conta bancária própria e uma maneira única de caminhar. Nós, enquanto pessoas, agregamos valor à empresa, mas ela está acima de nós, meros mortais.
Confundir as coisas é prejuízo na certa para si e para aqueles que trabalham para você, pois se a empresa é apenas uma extensão de você, o que será dos seus funcionários quando você adoecer ou… morrer? Trate a sua empresa como alguém, um parceiro que trabalha independente da sua vontade, mas sob o seu comando.

3. Querer que família se torne empresa e não o contrário
A minha esposa e meus amigos podem ter os melhores atributos profissionais do mundo, assim como a minha mãe, irmã, primos, etc., mas eu não chamo nenhum deles para trabalhar comigo.

Os laços emocionais da nossa família já estão formados em um nível bem diferente do nível profissional onde a sensação de insegurança é o que move a empresa para frente.

Como não existe maneira de demitir um parente sem desfazer os laços emocionais com ele, é melhor deixar a família fora de questão, a não ser que você já tenha nascido em uma família que trabalhe junta desde cedo. Neste caso, você terá mais chances de dar certo do que aquele que busca profissionais no mercado para trabalhar para ele.

4. Estabelecer metas pouco palpáveis
Sabe aquilo que todo mundo faz no início do ano? “Esse ano vou perder peso!”, “Esse ano vou abrir a minha empresa!”, “Esse ano vou comprar um carro novo!”.

Você pode até assumir compromissos como os citados acima, mas precisa detalhá-los melhor.
Quantos quilos você vai perder? Em quanto tempo? Em que mês você vai abrir empresa? O que ela vai fazer? Qual o modelo do carro você vai comprar? De quanto você precisa para comprá-lo?
Metas são metas. É como um alvo que está a uma distância de você e que você precisa treinar para acertá-lo. Meta é isso.

Estabelecer meta como quem está pintando um quadro na mente é se afundar na primeira poça de problemas que acontecer na empresa.

 
“Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não tem alicerces.” - Augusto Cury 

5. Agir por impulso nas compras
Toda empresa precisa de uma determinada política de gestão, de uma burocracia, mesmo que pequena.

O ideal é que os sócios tenham um limite pré-estabelecido de gastos mensais porque, por mais que a empresa seja deles, não se pode cometer o deslize de gastar mais do que o aprovado em coisas que talvez não estejam alinhadas com os objetivos do negócio.

Quando um dos sócios precisar ultrapassar aquele valor, vale o bom senso para pedir permissão ao outro.

6. Pagar à vista e receber a prazo
Devemos ter bem clara a seguinte fórmula para não dar mole na condução da nossa empresa: recebe-se à vista e paga-se à prazo quando possível. Nunca o contrário.

Tem empresa que recebe a prazo dos seus clientes e faz os seus pagamentos à vista, não conseguindo sustentar o seu caixa no positivo durante muito tempo.

A melhor coisa sempre é receber e pagar tudo à vista, mas, tendo dinheiro em caixa para comprar algum bem para a sua empresa, tente sempre uma melhor negociação para pagá-lo parcelado e deixar parte desse dinheiro aplicado.

7. Terceirizar as atividades fundamentais da empresa
Podemos contratar outras empresas e pessoas para que nos auxiliem nos negócios, mas não podemos nos esquecer da máxima da administração popular que diz que “o boi só engorda na mão do dono”.

Não há como terceirizar tudo na empresa, é verdade.

Portanto, terceirize as atividades que não fazem parte do coração do seu negócio e lembre-se de manter as pessoas que mexem com o “coração”, satisfeitas e motivadas para darem sempre o seu melhor.

De uma hora para outra aquele fornecedor, que cuida da parte mais importante do seu negócio, tem um problema e o seu negócio afunda junto com o dele. Atenção nisso. Muita atenção.

8. Acreditar que sabe tudo
Eu não sei tudo. Ninguém sabe tudo. Você não sabe tudo. O mundo não sabe tudo. Na realidade, como Sócrates bem disse “só sabemos que nada sabemos”.

Acreditar que tem todas as informações é como acreditar que o seu plano esplêndido não tem nenhuma falha.

Basta olhar para uma das mais respeitáveis empresas de tecnologia do mundo, para enxergar o quando isto está errado.

Em quantos projetos a Google falhou? Cinco? Dez? Muito mais que isso.

Mesmo com os melhores profissionais ela não sabia tudo e aplicou sua energia em algo que deu errado. Paciência, a empresa moveu-se para frente, acreditando que tudo não passava de um teste e que realmente não sabia tudo sobre tudo.

“A dúvida é o principio da sabedoria.” - Aristóteles

Concluindo, o que precisamos estar atentos na formação da nossa empresa é que, se vamos falhar, que falhemos rápido.

Temos uma ideia, fazemos um plano, estabelecemos as metas, as responsabilidades e partimos para ação. Testamos a nossa ideia e se ela der errado, tentamos arrumar aqui e ali, mas não investimos energia demais nisso.

Melhor mudar um pouco o rumo para uma nova implementação do que tentar, tentar, tentar e nada conseguir por estar insistindo em algo que não é o seu talento ou que “não é a sua praia”.

Empreenda, falhe, mas tome cuidado, porque criar um CNPJ é fácil. Difícil mesmo é transformar esse CNPJ em empresa de verdade e fazê-la crescer da maneira certa.
Marcos Rezende - Empreendedorismo
Empreendedor e orientador de carreira para empreendedores
http://www.insistimento.com.br
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